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segunda-feira, 22 de abril de 2013

AVISO - Auxílios económicos do pré-escolar e alunos do 1.º ciclo do ensino básico

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Decorrem até 28 de junho de 2013 as candidaturas de concessão de auxílios económicos para crianças que frequentam a educação pré-escolar e alunos do 1.º ciclo do ensino básico, a vigorar no ano letivo 2013/2014.

Os interessados poderão obter as fichas de candidatura no website do Município de Ponte de Lima ou dirigir-se à coordenação da respetiva Escola / Jardim de infância.

As fichas têm de ser entregues pelos encarregados de educação, devidamente preenchidas e acompanhadas por toda a documentação solicitada no Gabinete de Atendimento ao Munícipe (GAM) – Município de Ponte de Lima.

As candidaturas entregues fora do prazo estabelecido não serão consideradas para efeitos de atribuição de escalões de apoio financeiro no âmbito da ação social escolar do Município de Ponte de Lima.

Fonte: Serviço de Educação / Município de Ponte de Lima

sábado, 17 de março de 2012

AVISO: Candidaturas de concessão de auxílios económicos para crianças do pré-escolar e 1.º ciclo

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Decorrem entre 01 de abril e 30 de junho de 2012 as candidaturas de concessão de auxílios económicos para crianças que frequentam a educação pré-escolar e alunos do 1.º ciclo do ensino básico, a vigorar no ano letivo 2012/2013.

Os interessados poderão obter as fichas de candidatura no website do Município de Ponte de Lima, na área do Balcão Online > Requerimentos da Divisão de Educação e Cultura ou dirigir-se à Coordenação da respetiva Escola/Jardim de Infância.

As fichas têm de ser entregues pelos encarregados de educação, devidamente preenchidas e acompanhadas por toda a documentação solicitada no Gabinete de Atendimento ao Munícipe (GAM) - do Município de Ponte de Lima.

As candidaturas entregues fora do prazo estabelecido não serão consideradas para efeitos de atribuição de escalões de apoio financeiro no âmbito da ação social escolar do Município de Ponte de Lima.

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Espectáculos e actividades de Natal no Concelho de Ponte de Lima

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Dezembro traz sempre o ambiente de Natal para as ruas e para toda a actividade profissional. As ruas da vila iluminam-se, constroem-se presépios, decoram-se as montras e as crianças entram em grande euforia para saber o que o “Pai Natal” lhes vai trazer.
É também neste ambiente de festa que as famílias se preparam para uma noite com tradições gastronómicas bem definidas, onde o bacalhau é rei. Paralelamente, o cartaz cultural é marcado por actividades também alusivas a esta quadra.
Assim, durante o mês de Dezembro, não vão faltar:
  • as festas de Natal pelos jardins-de-infância e escolas do primeiro ciclo do ensino básico do concelho;
  • concertos com o Coral Gospel (dia 14) e Jovens Vozes de Lisboa (dia 28), no Museu dos Terceiros;
  • a Feira de Artesanato de Natal (dias 1, 2 e 3), na Torre da Cadeia Velha;
  • exposições na Biblioteca Municipal; um ciclo de cinema natalício (de 15 a 26);
  • um presépio vivo (dia 22), na Igreja Matriz;
  • entre outras actividades.

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

E assim vai a nossa educação!!

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A Escola do Freixo, em Ponte de Lima, foi o palco escolhido por José Sócrates, na passada quarta-feira, para mais uma acção de promoção dos computadores da JP Sá Couto para o 1.º ciclo. Sócrates chamou os jornalistas e distribuiu os Magalhães pelas crianças. Mas, terminada a cerimónia oficial, os portáteis tiveram de ser devolvidos.

Contactado pelo SOL, o conselho executivo da Escola do Freixo explicou que as crianças não puderam ficar com os computadores, «porque há questões administrativas a tratar».

A mesma fonte – que não se quis identificar – assegura que os Magalhães «estão na escola», mas explica que isso não significa que os alunos do Freixo vão receber os portáteis mais depressa do que as crianças de outros estabelecimentos de ensino.
«Não sabemos quando é que os computadores vão ser distribuídos», admitiu, acrescentando que a entrega «depende da logística administrativa».

Antes da entrega real dos equipamentos, a escola vai ter de «preencher toda a papelada e os pais que não estiverem abrangidos pelo 1.º escalão da acção social escolar vão ter de fazer o pagamento do computador». Um processo que a escola admite desconhecer quanto tempo poderá demorar.

Fica também por esclarecer se os Magalhães que Sócrates já deixou na escola serão suficientes para todas as crianças. A Escola do Freixo tem 185 alunos inscritos no 1.º ciclo, mas o conselho executivo diz não saber quantos portáteis foram entregues na cerimónia que contou com a presença do primeiro-ministro. «Não sei quantos computadores cá ficaram», disse ao SOL um elemento do conselho executivo.

Ao que o SOL apurou, foi explicado a alguns alunos que os computadores tinham de ser devolvidos no final da visita de Sócrates por terem problemas nas baterias. No entanto, o conselho executivo da Escola do Freixo garante que «as crianças sabiam» que não iam ficar com os Magalhães naquele dia, porque lhes «foi explicado que era preciso realizar alguns procedimentos administrativos».

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

4,5 quilómetros a pé no regresso da escola

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Cerca de 15 crianças das freguesias montanhosas de Calheiros e Vilar do Monte, em Ponte de Lima têm de percorrer cerca de 4,5 quilómetros para regressar a casa depois da escola em determinados dias.

A situação não é nova, mas agravou-se no presente ano lectivo. Alguns alunos da C+S de Arcozelo, que residem em Calheiros e Vilar do Monte, têm, se quiserem regressar a casa após as aulas, nos dias em que têm tarde livre, de subir a montanha, porque a rede de transportes do concelho não dá resposta às necessidades.

Catarina Taveira, 11 anos, e Marina Alexandra, 13 anos, ambas do lugar de Arcela, Calheiros, e Carolina Cunha, 11 anos, de Vilar do Monte, trazem nas pernas muitos quilómetros, desde que há cerca de dois meses começou a escola. A camioneta que, segundo a Câmara de Ponte de Lima, deveria efectuar o percurso até à zona onde moram, está a apeá-las junto ao campo de futebol de Calheiros, e a partir dali as alunas do 6º ano, têm de "dar corda aos sapatos". "Se formos rápido chegamos a casa em 45 minutos, mas é muito cansativo", diz Marina, explicando que, em vez da estrada em alcatrão que liga à aldeia onde moram, as raparigas "atalham por um caminho de terra batida porque é mais perto".

Faça chuva ou faça sol, às quartas e sextas-feiras, quanto só têm aulas de manhã, a situação repete-se, e, já tem acontecido, algumas peripécias. "Uma vez íamos por aí acima e vimos um touro e tivemos de fugir a correr", conta a aluna. O caso, que é do conhecimento do Conselho Executivo da escola e da Câmara tem levado a Associação de Pais, presidida por Vitor Rocha, a protestar insistentemente. "O autocarro chega ao campo da bola, dá a volta e vai para trás, deixando os passageiros a meio do percurso.

A empresa diz que fazer o percurso não é rentável, mas às segundas-feiras, em dia de feira percorre-o na totalidade, porque vai a abarrotar", queixa-se o responsável, lembrando que os alunos são portadores de um passe pago pela autarquia e por isso "têm direito a ser levados a casa".

O vereador da Educação da Câmara, Franclim Sousa, argumenta que há "incumprimento" por parte da empresa, que "em princípio, deveria efectuar o percurso completo até Vilar do Monte". "O Instituto de Mobilidade dos Transportes Terrestres já tem conhecimento desta situação e é a entidade que deve agir", defende, lembrando que "a escola também tem de dar respostas a estas crianças", ocupando-as até ao horário do próximo transporte.

O presidente do Conselho Executivo, Manuel Amorim, alega que "a escola está aberta até às 18.30 horas e, por isso, os alunos não tendo aulas à tarde, podem almoçar cá, e usar a biblioteca e outros recursos, o que iria melhorar o seu desempenho", conclui.

Fonte: Jornal de Notícias - 6/11/2008

domingo, 26 de outubro de 2008

Direito à indignação!!!

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... Há vinte anos atrás, um menino que acabara de fazer a 4ª classe ficou privado de continuar a estudar porque foi o único a passar de ano, e nesse contexto, não podia ir para o ensino preparatório, pois não podia ir um autocarro exclusivo para trazer só um aluno, este menino teve que fazer o ensino preparatório anos mais tarde.

Esta história, que estava guardada nas recordações de infância, foi relembrada com notícias que ouvi esta semana.

Fiquei estupefacto ao saber que em pleno século XXI, os alunos de Vilar do Monte que frequentam a escola c+s de Arcozelo são largados ao pé do campo de futebol de Calheiros, tendo de fazer aquele percurso de 6 quilómetros a pé, expostos às condições climatéricas.

Neste cenário gostava de deixar aqui umas perguntas...
  • Qual a posição da Câmara neste assunto???
  • Será isto as novas oportunidades???
  • E os pais até quando vão permitir esta situação??
  • As crianças terão culpa de ter nascido em Vilar do Monte??


Se alguém me conseguir responder agradeço.

Nota: O menino sou eu!!!