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quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Novo website da Freguesia de Rendufe

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A Junta de Freguesia de Rendufe acaba de disponibilizar o seu novo website no domínio < www.rendufe.pt >. Este portal de informação emerge da necessidade sentida pelo executivo para a disponibilização de um serviço de informação mais colaborativo, usável, acessível e próximo da sua comunidade.

Através deste pretende-se divulgar, quer o património paisagístico, cultural e religioso da freguesia, quer um conjunto de serviços online relevantes para a população. O novo website congrega um vasto conjunto de mashups (web application hybrid) que dão suporte à disponibilização dos vários recursos e serviços de informação. Com estes, pretende-se facilitar a partilha e a colaboração da comunidade no enriquecimento do repositório de informação digital sobre a freguesia de Rendufe.

Este serviço estratégico corresponde à primeira fase de um projecto mais global que visa a prossecução de dois objectivos distintos: garantir que os produtos de informação, educação e cultura cheguem a toda a comunidade, evitando que na fase de digitalização e transição dos recursos e serviços de informação para o ambiente online, proliferem situações de discriminação ou de ‘digital divide’; e melhorar os níveis de info-inclusão e de info-literacia da população no seio da sociedade da informação, atendendo às exigências decorrentes do governo electrónico e da própria economia da informação.

Notícia publicada no jornal Alto Minho, nº 697, de 14 de Agosto de 2008.

Espero que desfrutem bastante deste recurso de grande riqueza informacional sobre a freguesia de Rendufe.

Este website é um 'corpus' digital que vive e cresce diariamente no "espaço de fluxo"(1), fruto da interacção info-comunicacional no seio das redes sociais que fruem do interesse pela freguesia de Rendufe. Um bem-haja a todos nesta ilha de informação digital.


(1) - Consultar: CASTELLS, Manuel - A galáxia internet: reflexões sobre Internet, negócios e sociedade. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian. Serviço de Educação e Bolsas, 2004. ISBN 972-31-1065-2.

sábado, 3 de novembro de 2007

Adaptação da população à Sociedade da Informação

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A conferência “eLearning Lisboa 2007” reuniu em Lisboa mais de 1500 congressistas e 84 oradores nacionais e internacionais, no maior evento realizado sobre o tema em Portugal.

Carlos Zorrinho, presidente da conferência e coordenador nacional da estratégia de Lisboa e do Plano Tecnológico, sublinhou a importância do conhecimento em permanente actualização que a nova sociedade exige, afirmando que «no século XXI aprender tem de ser tão natural como respirar. Respiramos porque vivemos num ambiente rico em oxigénio, temos de ter um ambiente rico em conhecimento».

Os quatro grandes desafios obtidos nas várias sessões de trabalho são:

  • como podemos antecipar as necessidades da Sociedade do Conhecimento e preparamo-nos para agir;
  • como podem as organizações tradicionais transformar-se em espaços inovadores de aprendizagem;
  • como podem os cidadãos potenciar o seu capital humano;
  • como podemos garantir o acesso de todos à tecnologia, porque é através do conhecimento que nos tornamos mais competitivos.


Fontes de Informação:


Perante o apelo contínuo à formação, inovação, renovação de competências, domínio das TIC, entre outros conceitos, que agora se encontram muito em voga na Agenda Europeia (só para terem uma ideia - entre 2007 e 2013 vão chegar Portugal quase mil milhões de euros por ano para a formação profissional). Questiono-me quanto às seguintes questões:

  • Como é que vão ser distribuidos esses fundos?
  • Será que o modelo de formação a adoptar passa pela continuidade do actual (estamos a oferecer diplomas da 4ª Classe, do 6º Ano... como se fosse um concurso da farinha maizena - ligou e ganhou um canudo!). Realmente, esta é a forma mais fácil de nos aproximarmos estatisticamente da média europeia, contudo, será que as pessoas adquiriram algum conhecimento?
  • Como é que podemos, de uma forma efectiva, motivar a população a adquirir novas competências no âmbito das TIC? Será que dar formação à população chega por si só? Será o eLearning viável para a realidade das nossas freguesias?
  • Qual o papel da câmara municipal e das respectivas juntas de freguesia?

Na minha opinião, o sucesso para a mudança passa pelo papel destinado à administração local junto da população. Deve-se começar a discutir as mudanças sociais que já se vislumbram na sociedade limiana. A digitalização dos serviços (quer da câmara municipal, quer das empresas, serviços públicos, etc.) requer da população competências e meios que não dispõem neste momento - apenas uma pequena percentagem é que os possuem. Como tal, é necessário tomar medidas claras e objectivas para preparar esta adaptação da população às necessidades impostas pela Sociedade da Informação, correndo o risco de haver uma grande parte da população info-excluída e info-iliterada.

A informação é acessível a todos (ou quase, se exceptuarmos as ditaduras) mas o conhecimento só pertence a alguns, os únicos que têm condições para vencer. E o processo de transformação da informação em conhecimento está limitado ao trabalho mental do homem e da mulher. Não há máquina que realize esta transformação, como quem transforma algodão em tecido nos teares da revolução industrial. In. Os fundos da UE

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2007

Simplex: Simplificação administrativa «veio para ficar»

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«O Simplex foi um êxito porque contou com a adesão dos cidadãos e porque tínhamos uma Administração Pública preparada para tal, o que faltava era apenas vontade política e assumir no discurso político que esta era uma linha prioritária», disse o Primeiro-Ministro na apresentação do Balanço de 2006 e do programa para 2007. O programa de simplificação administrativa «afirmou uma linha política que veio para ficar», acrescentou.

Fonte: Portal do Governo

Será que a população das nossas freguesias já foi beneficiada pela realidade prática do "Simplex"? Existe algum plano que incida no aumento da infoliteracia das populações rurais, de modo a saberem interagir conscientemente com os serviços electrónicos do estado e da administração local?

Falar é fácil, mas a realidade tarda em chegar a estas terras....