sexta-feira, 23 de novembro de 2007

Novo talento descoberto nos ervados de Rendufe

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Vejam esta talentosa criança a jogar à bola... o Benfica já está a tratar da sua contratação!


Descansem os dragões e os leões.... pois o miúdo já vai a caminho do Barcelona!

quinta-feira, 22 de novembro de 2007

Novo colaborador: Rui Dantas

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Bom dia,

É com muito gosto que eu dou as boas vindas ao novo colaborador do blogue, o Rui Dantas. Ele vive na Suiça, mas mantém uma grande ligação à freguesia de Vilar do Monte. Podem conhecê-lo melhor ao visitar o seu website pessoal em: http://ruiminhoto.skyrock.com/
Desde já agradeço a tua colaboração.

Um grande abraço,
Paulo Sousa

terça-feira, 20 de novembro de 2007

Tinoko Ramos & Sousa

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Mais vídeos em: http://www.youtube.com/user/limiano2007

segunda-feira, 19 de novembro de 2007

Novo colaborador: Bruno Cunha

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Boa tarde,

Hoje, tenho o prazer de apresentar como novo colaborador deste blogue o Bruno Cunha. Nasceu em Rendufe, mais concretamente no lugar de Sobrada. Neste momento, passa grande parte do seu tempo em Viana do Castelo, explorando novos conhecimentos enquanto caloiro!
Desde já agradeço a tua colaboração no enriquecimento deste espaço.

Um grande abraço,
Paulo Sousa

sexta-feira, 16 de novembro de 2007

Freguesias reivindicam nome de afluente do Lima

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Nasce na serrana freguesia de Labrujó e percorre perto de 20 quilómetros, até encontrar o Lima, junto à vila de Ponte de Lima. Pelo meio, atravessa meia dúzia de localidades, que tanto o chamam pelo nome da terra onde nasce assim como pelo de uma das freguesias que cruza, a Labruja. Placas identificativas instaladas nas recentes vias-rápidas que atravessam a região, como a A3 e a A27, realçam a segunda hipótese, ao baptizar o curso de água por rio Labruja. Porém, várias são as vozes que se erguem contra o topónimo, reivindicando a restauração do nome que, afiançam, o afluente do Lima sempre conheceu rio Labrujó. Autarca de Cepões e um dos mais acérrimos defensores da restauração do nome do rio, João Cunha é, também, apologista da criação de associação que congregue os interesses tanto das freguesias banhadas pelo curso de água como pelas que lhes são vizinhas, casos de Calheiros e Vilar do Monte. Quanto ao nome do rio, não tem dúvidas: "O rio sempre se chamou Labrujó. Depois do 25 de Abril é que apareceram pessoas a dizer que o nome do rio é Labruja. Daí esse nome aparecer em diversos locais. Até nas auto-estradas. Mas temos os documentos comprovativos de que esse não é o nome verdadeiro, mas sim Labrujó. O que sucede, de igual modo, com o Plano Director Municipal de Ponte de Lima, que dá ao rio o nome da freguesia onde nasce". No site que a freguesia de Cepões tem na internet, a Junta refere-se, de igual modo, ao curso de água como dos mais idílicos pontos da localidade, aspectos estes que poderiam ser valorizados caso se avançasse para a criação de uma associação de freguesias, aponta João Cunha. "Era muito bom que este projecto avançasse. Poderíamos, assim, reivindicar mais investimentos", realça. A reivindicação do autarca de Cepões é música para os ouvidos do homólogo de Labrujó, José Oliveira, cujo Executivo "há muito que reivindica" pela restauração do nome do curso de água, que nasce no lugar de Fonte Fria, na localidade, situada nos limites do concelho com o de Arcos de Valdevez. Porém, confidencia que a pretensão "poderá ferir algumas susceptibilidades". Autarca de Labruja, Manuel Amorim não hesita ao afirmar que a freguesia a cujos destinos preside e o rio que a atravessa "têm o mesmo nome". A propósito, assinala que o curso de água resulta "do encontro do rio Labrujó com outro rio", junção essa que, segundo refere, "se verifica em Rendufe (a montante da Labruja)", afirmando desconhecer o motivo que leva o rio a ostentar o epíteto "Labrujó" em Cepões (a jusante da Labruja).
Jornal de Noticias, 13/11/2007 (Luis Henrique Oliveira)

Novo colaborador: Paulo Araújo

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Bom dia,
É com muito gosto que eu anuncio a entrada de mais um colaborador, trata-se do Paulo Araújo, natural da freguesia de Labrujó e residente na freguesia de Rendufe, no lugar do Pinheiro Alto.
O Paulo já nos deu muita música através da sua empresa de espectáculos, agora, também espero que os visitantes do blogue fiquem bem informados acerca das novidades musicais que vão ocorrendo.
Bem-vindo ao blogue, pois o teu contributo será, certamente, muito importante.
Um grande abraço,
Paulo Sousa

quinta-feira, 15 de novembro de 2007

Novo colaborador: Ricardo Sousa

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Aproveito a oportunidade para dar as boas vindas a mais um colaborador do blogue, trata-se do Ricardo Sousa, um sportinguista ferrenho, mas nem por isso ele deixa de ser um bom primo! (estamos a dar espaço a mais um colaborador simpatizante de outro clube, ditos "secundários"...) É natural e residente da "city" de Labrujó.
Bem-vindo, ficamos aguardar pelo teu contributo!

Um grande abraço,
Paulo Sousa

quarta-feira, 14 de novembro de 2007

Vilar do Monte comemora dia de S. Martinho

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Foi no passado domingo a convite da junta de freguesia que a população compareceu na sede da junta para fazer um magusto.
Foi uma tarde muito bem passada junto de amigos onde a castanha foi rainha sempre bem acompanhada pelo verdinho da região.
O meu agradecimento à junta de freguesia, é de louvar este tipo de iniciativas!!!!

sexta-feira, 9 de novembro de 2007

Dia de São Miguel

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A Igreja Católica consagra o dia 29 de Setembro a São Miguel. A propósito dessa data é tradição em Rendufe que a Igreja Paroquial seja enfeitada de uma forma diferente.

Assim sendo em vez das tradicionareis flores encontramos os altares ornamentados com um conjunto variado de produtos colhidos nos campos, tais como: feijão, milho, cabaças, cebolas, nozes, maçãs, castanhas, uvas, bolotas, pimentos...

Isto porque as pessoas da nossa aldeia acreditam que São Miguel é protector das colheitas e esta é uma forma de tributo.








sábado, 3 de novembro de 2007

Adaptação da população à Sociedade da Informação

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A conferência “eLearning Lisboa 2007” reuniu em Lisboa mais de 1500 congressistas e 84 oradores nacionais e internacionais, no maior evento realizado sobre o tema em Portugal.

Carlos Zorrinho, presidente da conferência e coordenador nacional da estratégia de Lisboa e do Plano Tecnológico, sublinhou a importância do conhecimento em permanente actualização que a nova sociedade exige, afirmando que «no século XXI aprender tem de ser tão natural como respirar. Respiramos porque vivemos num ambiente rico em oxigénio, temos de ter um ambiente rico em conhecimento».

Os quatro grandes desafios obtidos nas várias sessões de trabalho são:

  • como podemos antecipar as necessidades da Sociedade do Conhecimento e preparamo-nos para agir;
  • como podem as organizações tradicionais transformar-se em espaços inovadores de aprendizagem;
  • como podem os cidadãos potenciar o seu capital humano;
  • como podemos garantir o acesso de todos à tecnologia, porque é através do conhecimento que nos tornamos mais competitivos.


Fontes de Informação:


Perante o apelo contínuo à formação, inovação, renovação de competências, domínio das TIC, entre outros conceitos, que agora se encontram muito em voga na Agenda Europeia (só para terem uma ideia - entre 2007 e 2013 vão chegar Portugal quase mil milhões de euros por ano para a formação profissional). Questiono-me quanto às seguintes questões:

  • Como é que vão ser distribuidos esses fundos?
  • Será que o modelo de formação a adoptar passa pela continuidade do actual (estamos a oferecer diplomas da 4ª Classe, do 6º Ano... como se fosse um concurso da farinha maizena - ligou e ganhou um canudo!). Realmente, esta é a forma mais fácil de nos aproximarmos estatisticamente da média europeia, contudo, será que as pessoas adquiriram algum conhecimento?
  • Como é que podemos, de uma forma efectiva, motivar a população a adquirir novas competências no âmbito das TIC? Será que dar formação à população chega por si só? Será o eLearning viável para a realidade das nossas freguesias?
  • Qual o papel da câmara municipal e das respectivas juntas de freguesia?

Na minha opinião, o sucesso para a mudança passa pelo papel destinado à administração local junto da população. Deve-se começar a discutir as mudanças sociais que já se vislumbram na sociedade limiana. A digitalização dos serviços (quer da câmara municipal, quer das empresas, serviços públicos, etc.) requer da população competências e meios que não dispõem neste momento - apenas uma pequena percentagem é que os possuem. Como tal, é necessário tomar medidas claras e objectivas para preparar esta adaptação da população às necessidades impostas pela Sociedade da Informação, correndo o risco de haver uma grande parte da população info-excluída e info-iliterada.

A informação é acessível a todos (ou quase, se exceptuarmos as ditaduras) mas o conhecimento só pertence a alguns, os únicos que têm condições para vencer. E o processo de transformação da informação em conhecimento está limitado ao trabalho mental do homem e da mulher. Não há máquina que realize esta transformação, como quem transforma algodão em tecido nos teares da revolução industrial. In. Os fundos da UE